<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>The Pompéia Times &#187; blogs</title>
	<atom:link href="http://anivelde.org/thepompeiatimes/tag/blogs/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://anivelde.org/thepompeiatimes</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 22:39:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1-alpha</generator>
		<item>
		<title>Senhoras de 60</title>
		<link>http://anivelde.org/thepompeiatimes/2009/01/09/senhoras-de-60.htm</link>
		<comments>http://anivelde.org/thepompeiatimes/2009/01/09/senhoras-de-60.htm#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 13:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[arquivo confidencial]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[higienópolis]]></category>
		<category><![CDATA[pós-humano]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://thepompeiatimes.wordpress.com/?p=390</guid>
		<description><![CDATA[Sigo a série &#8220;Quem não se comunica se estrumbica&#8221; e apresento a vocês, senhores cidadãos mui respeitáveis, mais dois posts, esses bem antigos, de quando o Corinthians ainda, ao menos, conseguia fazer um gol no Palmeiras. São do ano da graça de 2004. Do encarapuçado blog &#8220;Senhoras de 60&#8243;, a primeira página que tive em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sigo a série &#8220;Quem não se comunica se estrumbica&#8221; e apresento a vocês, senhores cidadãos mui respeitáveis, mais dois posts, esses bem antigos, de quando o Corinthians ainda, ao menos, conseguia fazer um gol no Palmeiras. São do ano da graça de 2004. Do encarapuçado blog &#8220;Senhoras de 60&#8243;, a primeira página que tive em vida, de quando eu e meus amigos conspirávamos para fazer a revolução enquanto, na vitrola, alguém cantava: &#8220;Dança da manivela! Sai do chão! Sai do chão!&#8221;</p>
<p>***</p>
<p><span class="date">Quarta-feira, Março 31, 2004</span> <a name="24111823"></a></p>
<p><strong>Histórias de auto-ajuda</strong> </p>
<p><img src="http://web.archive.org/web/20040405153938/http://images.google.com.br/images?q=tbn:5pIs7uvjFYcJ:www.giosearch.it/cards/muro.jpg" alt="" /> Na casa 902 da avenida Angélica, a senhorita Luciana Gomes de Almeira discutia com o marido, senhor Bruno Casovicci de Almeida, sobre como seria a relação depois que o muro no meio da cama onde dormiam fosse construído. A questão era: como seria o muro? </p>
<p>Segundo Luciana, &#8220;não há construção que dure sem tijolos&#8221;. Para ela, blocos sobrepostos com cimento não eram suficientes para garantir a durabilidade da obra. Também se irritava com a provável sujeira de cimento no lençol que ficava em sua parte do muro. &#8220;Cimento não sai com água e sabão&#8221;, repetia, aos berros, para o marido. </p>
<p>Impassível, Bruno não abria mão das heras. Dizia que poderiam amortecer possíveis batidas de cabeça durante a madrugada. E que depois de crescidas, a beleza apagaria qualquer lembrança de mancha em lençois. &#8220;Podemos comprar outros&#8221;, gritava, colocando a cabeça pela janela. </p>
<p><span class="author">ESCRITO POR <a href="mailto:emergenciaramal123@yahoo.com.br">EMERGÊNCIA RAMAL 123</a> |<br />
<a href="goToComments('24111823')">COMENTÁRIOS: 1</a> |</span> <span class="time"><a href="http://web.archive.org/web/20040405153938/http://www.senhorasde60.blogger.com.br/2004_03_01_archive.html#24111823">7:32 PM</a></span></p>
<p><span class="time">***</span></p>
<p><span class="time"><span class="date">Segunda-feira, Março 22, 2004</span> <a name="23642475"></a><strong>O pós </strong></span></p>
<p>Da série &#8220;diálogos contra a PUC e contra a professora Lucia Santaella&#8221;. Ah! e contra o professor Carlos Gosta, que curte esse tipo de masturbação semiótica </p>
<p><em>Em uma pós-casa, em uma pós-rua, pelos arredores da PUC. Pode ser a pós-Monte Alegre, para melhor ajudá-lo a compreender este pós-diálogo</em> </p>
<p><strong>Pós-humano conversa com pós-humana:</strong> que tal uma beijoca? <br />
<strong>Pós-humana fala para pós-humano: </strong>Via chat? </p>
<p><strong>Pós-humano olha para uma pós-fotografia no computador: </strong>Quero algo mais, digamos, pré. Que tal uma beijoca em um motel de beira de estrada, fedorento. <br />
<strong>Pós-humana fala para pós-humano:</strong> Mas isso já é pós! é in! Um motel fedorento reflete a re-significação dos signos populares. É o sexo depois do luxo. É o pós-sexo. </p>
<p><strong>Pós-humando, sem nada entender, responde:</strong> Não, não, é só sexo em um lugar sujo. <br />
<strong>Pós-humana (agora ela evoca ares de professora do departamento de Comunicação da PUC): </strong>Você não entende. Quando me propõe uma beijoca mas na verdade quer sexo em um lugar de cultura popular, você quer o pós-sexo. Você não quer só mais o sexo, mas o significado simbólico do sexo. E isso porque você olhou para uma pós-fotografia da Tomb Raider! Aqueles signos dissociados, aquela imagem produzida pelo computador sem nenhum referencial da realidade objetiva &#8211; se é que existe realidade objetiva &#8211; te despertou a pós-libido. Que é não a libido em si, mas o significado simbólico da libido. </p>
<p><strong>Pós-humando responde, desanimado: </strong>Agora entendi. Você está com dor de cabeça. <br />
<strong>Pós-humana corrige e pede: </strong>Pós-dor-de-cabeça. Me veja um pós-Doril. </p>
<p><span class="author">ESCRITO POR <a href="mailto:emergenciaramal123@yahoo.com.br">EMERGÊNCIA RAMAL 123</a> |<br />
<a href="goToComments('23642475')">COMENTÁRIOS: 3</a> |</span> <span class="time"><a href="http://web.archive.org/web/20040405153938/http://www.senhorasde60.blogger.com.br/2004_03_01_archive.html#23642475">7:24 PM</a></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://anivelde.org/thepompeiatimes/2009/01/09/senhoras-de-60.htm/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vossa excelência, o leitor</title>
		<link>http://anivelde.org/thepompeiatimes/2008/06/03/vossa-excelencia-o-leitor.htm</link>
		<comments>http://anivelde.org/thepompeiatimes/2008/06/03/vossa-excelencia-o-leitor.htm#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 02:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://thepompeiatimes.wordpress.com/?p=33</guid>
		<description><![CDATA[Não é aniversário deste blog. Por isso mesmo está na hora de comemorar. Os leitores deste &#8220;The Pompéia Times&#8221; andam deixando comentários inspirados. Chegou a hora de fazer um post com os melhores até agora. Por que hoje? Bem, porque hoje é 3 de junho, o primeiro dia de sol depois de quatro dias gelados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é aniversário deste blog. Por isso mesmo está na hora de comemorar. Os leitores deste &#8220;The Pompéia Times&#8221; andam deixando comentários inspirados.</p>
<p>Chegou a hora de fazer um post com os melhores até agora. Por que hoje? Bem, porque hoje é 3 de junho, o primeiro dia de sol depois de quatro dias gelados.</p>
<p><strong>Post: &#8220;Dizem por ai que somos estúpidos&#8221;</strong></p>
<p>Vives</p>
<p>Pois é, discordo de cara também. Até porque, na internet, nunca se achou tantas informações sobre tantas coisas sobre o passado, seja lá qual for o assunto. A máxima que se diz sobre o futebol serve também aqui: “A internet é microcosmo da vida”. Isso vale pra quantidade de imbecis.</p>
<p>Francisco A Alves</p>
<p>Não penso que a sequência de “O Declínio do Império Americano” o diretor canadense faça comparação entre gerações, no meu entendimento ele faz uma comparação de epocas diferentes, e revela a sua propria geração anterior como um geração derrotada, as invasões bárbaras são a vitoria dos valores que eram combatidos por eles, a intenção é mais como uma autocritica de sua geração, que de certa forma se “vendeu”.</p>
<p>Concordo com voce que agora temos maiores espaços para expressão pois eramos consumidores passivos de uma cultura feita por especialistas em grandes estruturas empresariais, Agora o amador (que pode ser um idiota ou não) ganha seu espaço e concorre com o especialista das grandes estruturas.</p>
<p>Quanto jornalismo tenho duvidas… Eu nunca vi o jornalismo falar de tão poucos assuntos como na recente cobertura do unico assunto do país no ultimo mês.</p>
<p>Penso, que não só agora, mas como sempre, os nerds acabam se dando melhor na vida e sempre vão tirar o dinheiro dos imbecis. Não sei se isso é algo bom, como também não penso que a tecnologia faça bem, ou mesmo que ela faça mal, ou mesmo que ela seja neutra. Mas tecnologia depende em boa parte do que nós fizermos com ela, e até que ponto a exploração da imbecilidade, não se contrapõem a idéia de considerarmos a nos mesmo pessoas legais. Esta esperteza não é ser imbecil também ? Será que não existe uma fábrica invisivel de imbecis, muito bem planejada?</p>
<p>Será que não existe uma imbecilidade invisivel e escondida dentro dos que se consideram não-imbecis… Acho que foi isso que bem ou mal, interpretei do filme do diretor canadense. Desculpe algum exagero . Obrigado por levantar a discussão e pelo espaço.</p>
<p><strong>Post: Longe dela</strong></p>
<p>Vives</p>
<p>Eu sou assustadoramente ciumento, o que me fez tremer só no trailer do filme.<br />
A ser visto, com toda certeza. Adorei o texto, Cidadão Ovelha.</p>
<p>miré</p>
<p>um filme lindo lindo, pela delicadeza e intensidade.<br />
e está no rol das raras vezes em que saí do cinema satisfeita, sentindo que o filme valeu os absurdos $18 da entrada inteira.<br />
me emocionou.</p>
<p>(again and again, valeu pela dica, humbertinho!)</p>
<p><strong> Post: Palmeiras, 1999, Palmeiras, 2008</strong></p>
<p>Juliana Destro</p>
<p>Quando o Palmeiras ganhou a Libertadores eu já tinha desistido do futebol. Anos depois de ser a única criança da família a gostar do esporte e ser ignorada pelos meus tios porque “era coisa de menino”. Hoje, o gosto pela coisa voltou e, apesar da minha fase nada boa, comemorei com sorriso no rosto.</p>
<p>Mariane Gusan</p>
<p>Definitivamente o futebol deixa a gente sentimental. Depois de ter decidido que detesto futebol há mais de dez anos, voltar a ver o Palmeiras ser campeão pela televisão aberta numa tarde realmente fria na minha casinha no Chile trouxe alguns sentimentos imemoriáveis de volta.<br />
Saludos!</p>
<p><strong>Post: 2008, o ano que não acabou</strong></p>
<p>Ana</p>
<p>Poxa, achei triste a sua visão tão realista… Não quero falar de ideologia ou de utopia por aqui, vou parecer infantil. “To define is to limit”, no? Mas confesse que ficou com medo do meu embate no especial e me boicotou…</p>
<p>Ana</p>
<p>Your comment is awaiting moderation</p>
<p>Ih, que feio, tem censura por aqui, é?</p>
<p><strong>Post: O homem é mais terrível que os homens</strong></p>
<p>mirella</p>
<p>sim!</p>
<p>lindo post, humbertinho!<br />
eu acrescentaria ao rol (vc sabe, que eu ja te disse &#8211; mas é só pra registrar) o final do cidades invisíveis, do calvino.</p>
<p>e adorei a indicação do divórcio em buda. avassalador, do jeito q eu gosto dos livros.<br />
bêjo. desnublemo-nos.</p>
<p>Vives</p>
<p>Tem uma frase muito boa do “Quem Mexeu na Minha Fimose?”, do Henry Sobel, em que a mulher dele diz: “Mas benhê… porque você quer tanto passar na loja de gravatas aqui em Palm Beach?”<br />
Excelente o post.</p>
<p>Mauricio Savarese</p>
<p>Não lembro qual livro foi escrito por causa daquela idéia de que “tudo tem que mudar para que as coisas continuem sendo como são”. Enfim, seja lá quem for, deve ter vendido um montão.</p>
<p><strong>Post: Olá mundo!</strong></p>
<p>Você não gosta do Obama porque sabe que ele vai ser presidente. É justo, você já está treinando pra chutar o rapaz nos próximos nove anos. Eu preferia mesmo o Mike Huckabee, que pode ser reaça, mas sabe fazer piada. O Obama também sabe, por isso deixo com ele parte da simpatia.</p>
<p>Suerte no blog!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://anivelde.org/thepompeiatimes/2008/06/03/vossa-excelencia-o-leitor.htm/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olá mundo!</title>
		<link>http://anivelde.org/thepompeiatimes/2008/03/08/oi-mundo.htm</link>
		<comments>http://anivelde.org/thepompeiatimes/2008/03/08/oi-mundo.htm#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 22:35:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://anivelde.org/thepompeiatimes/?p=538</guid>
		<description><![CDATA[O título do post não é meu, é do WordPress. Este endereço me abriga a partir de agora. Fui recebido com um &#8220;Olá mundo!&#8221; (sem vírgula mesmo, mas com uma exclamação). Eu nunca tive a pretensão de escrever um post com &#8220;Olá mundo&#8221;. Parece coisa de blogueiro. Sabe a definição do James Wood sobre alguns escritores ingleses? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O título do post não é meu, é do WordPress. Este endereço me abriga a partir de agora. Fui recebido com um &#8220;Olá mundo!&#8221; (sem vírgula mesmo, mas com uma exclamação). Eu nunca tive a pretensão de escrever um post com &#8220;Olá mundo&#8221;. Parece coisa de blogueiro.</p>
<p>Sabe a definição do <a target="_blank" href="http://www.answers.com/James%20Wood" title="James Wood">James Wood </a>sobre alguns escritores ingleses? Vou adaptar para os blogs: &#8220;Um blogueiro é alguém que não faz nada de manhã e, à tarde, escreve sobre o que fez de manhã&#8221;. Eu não fiz nada de madrugada, escrevo, agora, de manhã: li trechos do discurso que o <a href="http://www.answers.com/topic/barack-obama" title="Obama">Obama</a> pronunciou na semana passada. Isso é não fazer nada.</p>
<p>É um <a href="http://www.nytimes.com/2008/03/18/us/politics/18text-obama.html?_r=1&amp;em&amp;ex=1206417600&amp;en=338912969977675a&amp;ei=5087%0A&amp;oref=slogin" title="discurso bonito">discurso bonito</a>. Pede o aperfeiçoamento da União americana (eles são uma federação, se vêem até hoje como uma reunião de diversidades). Conclama ao entendimento. Nega o racismo do seu guia espiritual. Mantém o ritmo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=jjXyqcx-mYY">&#8220;Yes, we can&#8221;</a> da sua campanha. Os oprimidos só vão se libertar quando libertarem o conjunto da sociedade. </p>
<p>A campanha dele inteira é baseada em uma mistura difusa de (aparentes) boas intenções. Parece um escritor de auto-ajuda. Vamos tirar as tropas do Iraque rapidinho. Vamos unir esse país. Cantar &#8220;we are the world, we are the children&#8221;. A mensagem de Obama não é de esperança. É de conformismo. Uma sucessão de remendos. Cede a todo lado para deixar todo mundo feliz. Fala do valor do indivíduo. Mas ele propõe universalizar o sistema de saúde? </p>
<p>Tirar as tropas do Iraque agora é entregar o país ao Irã. Ou criar um Afeganistão a la anos 80, com novos talebãns. Como unir um país que se divide eleição depois de eleição, com fundamentalistas religioso de um lado e liberais parricidas de outros (parricida no sentido de que relativizam tudo, tudo, até a sociedade que lhes permitiu nascer, a democracia liberal ocidental). Obama parece querer ser uma espécie de líder de torcida. &#8220;Eu digo U, eu digo S, eu digo A. U-S-A!&#8221;. Joga para as duas arquibancadas.</p>
<p>Os republicanos mais conservadores gostam dele porque seu discurso nega as contradições do país. Seu assessor econômico desmente em privado o que ele diz em público. Os democratas mais ricos querem se livrar de um complexo de culpa, elegendo um negro. Esquecem-se do óbvio: cor de pele não é critério. Não escolho um presidente pela sua cor. Escolho um presidente pelas suas propostas. Não escolho um bom personagem para ser presidente. Obama é um bom personagem. É difícil acreditar que será um bom presidente. Suas propostas para a América Latina, só para ser bairrista, são risíveis. Conclama a uma grande união dos grandes países. Ok. Só falta combinar com Chávez e Uribe.  </p>
<p>Pronto. Fui picado pelo mosquito da &#8220;dengue blogueira&#8221;. Fui pretensioso no título do post e escrevi de manhã sobre o que não fiz na madrugada. Agora vou tomar meu chá. Obama me deixa de mau humor. Voltarei a ele.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://anivelde.org/thepompeiatimes/2008/03/08/oi-mundo.htm/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
