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	<title>The Pompéia Times &#187; Blog</title>
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		<title>Quem é Leandro Humberto?</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 17:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Humberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguém chegou a este blog com a pergunta do título. Sinto muito informar que nós não temos uma resposta para oferecer assim, de pronto. Tente de novo. Mas se você anda procurando por &#8220;mulheres fogosas&#8221; e os livros mais traduzidos do mundo, sinto informar mais uma vez. Há fontes melhores por aí.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém chegou a este blog com a pergunta do título. Sinto muito informar que nós não temos uma resposta para oferecer assim, de pronto. Tente de novo.</p>
<p>Mas se você anda procurando por &#8220;mulheres fogosas&#8221; e os livros mais traduzidos do mundo, sinto informar mais uma vez. Há fontes melhores por aí.</p>
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		<title>Vossa excelência, o leitor</title>
		<link>http://anivelde.org/thepompeiatimes/2008/06/03/vossa-excelencia-o-leitor.htm</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 02:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é aniversário deste blog. Por isso mesmo está na hora de comemorar. Os leitores deste &#8220;The Pompéia Times&#8221; andam deixando comentários inspirados. Chegou a hora de fazer um post com os melhores até agora. Por que hoje? Bem, porque hoje é 3 de junho, o primeiro dia de sol depois de quatro dias gelados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é aniversário deste blog. Por isso mesmo está na hora de comemorar. Os leitores deste &#8220;The Pompéia Times&#8221; andam deixando comentários inspirados.</p>
<p>Chegou a hora de fazer um post com os melhores até agora. Por que hoje? Bem, porque hoje é 3 de junho, o primeiro dia de sol depois de quatro dias gelados.</p>
<p><strong>Post: &#8220;Dizem por ai que somos estúpidos&#8221;</strong></p>
<p>Vives</p>
<p>Pois é, discordo de cara também. Até porque, na internet, nunca se achou tantas informações sobre tantas coisas sobre o passado, seja lá qual for o assunto. A máxima que se diz sobre o futebol serve também aqui: “A internet é microcosmo da vida”. Isso vale pra quantidade de imbecis.</p>
<p>Francisco A Alves</p>
<p>Não penso que a sequência de “O Declínio do Império Americano” o diretor canadense faça comparação entre gerações, no meu entendimento ele faz uma comparação de epocas diferentes, e revela a sua propria geração anterior como um geração derrotada, as invasões bárbaras são a vitoria dos valores que eram combatidos por eles, a intenção é mais como uma autocritica de sua geração, que de certa forma se “vendeu”.</p>
<p>Concordo com voce que agora temos maiores espaços para expressão pois eramos consumidores passivos de uma cultura feita por especialistas em grandes estruturas empresariais, Agora o amador (que pode ser um idiota ou não) ganha seu espaço e concorre com o especialista das grandes estruturas.</p>
<p>Quanto jornalismo tenho duvidas… Eu nunca vi o jornalismo falar de tão poucos assuntos como na recente cobertura do unico assunto do país no ultimo mês.</p>
<p>Penso, que não só agora, mas como sempre, os nerds acabam se dando melhor na vida e sempre vão tirar o dinheiro dos imbecis. Não sei se isso é algo bom, como também não penso que a tecnologia faça bem, ou mesmo que ela faça mal, ou mesmo que ela seja neutra. Mas tecnologia depende em boa parte do que nós fizermos com ela, e até que ponto a exploração da imbecilidade, não se contrapõem a idéia de considerarmos a nos mesmo pessoas legais. Esta esperteza não é ser imbecil também ? Será que não existe uma fábrica invisivel de imbecis, muito bem planejada?</p>
<p>Será que não existe uma imbecilidade invisivel e escondida dentro dos que se consideram não-imbecis… Acho que foi isso que bem ou mal, interpretei do filme do diretor canadense. Desculpe algum exagero . Obrigado por levantar a discussão e pelo espaço.</p>
<p><strong>Post: Longe dela</strong></p>
<p>Vives</p>
<p>Eu sou assustadoramente ciumento, o que me fez tremer só no trailer do filme.<br />
A ser visto, com toda certeza. Adorei o texto, Cidadão Ovelha.</p>
<p>miré</p>
<p>um filme lindo lindo, pela delicadeza e intensidade.<br />
e está no rol das raras vezes em que saí do cinema satisfeita, sentindo que o filme valeu os absurdos $18 da entrada inteira.<br />
me emocionou.</p>
<p>(again and again, valeu pela dica, humbertinho!)</p>
<p><strong> Post: Palmeiras, 1999, Palmeiras, 2008</strong></p>
<p>Juliana Destro</p>
<p>Quando o Palmeiras ganhou a Libertadores eu já tinha desistido do futebol. Anos depois de ser a única criança da família a gostar do esporte e ser ignorada pelos meus tios porque “era coisa de menino”. Hoje, o gosto pela coisa voltou e, apesar da minha fase nada boa, comemorei com sorriso no rosto.</p>
<p>Mariane Gusan</p>
<p>Definitivamente o futebol deixa a gente sentimental. Depois de ter decidido que detesto futebol há mais de dez anos, voltar a ver o Palmeiras ser campeão pela televisão aberta numa tarde realmente fria na minha casinha no Chile trouxe alguns sentimentos imemoriáveis de volta.<br />
Saludos!</p>
<p><strong>Post: 2008, o ano que não acabou</strong></p>
<p>Ana</p>
<p>Poxa, achei triste a sua visão tão realista… Não quero falar de ideologia ou de utopia por aqui, vou parecer infantil. “To define is to limit”, no? Mas confesse que ficou com medo do meu embate no especial e me boicotou…</p>
<p>Ana</p>
<p>Your comment is awaiting moderation</p>
<p>Ih, que feio, tem censura por aqui, é?</p>
<p><strong>Post: O homem é mais terrível que os homens</strong></p>
<p>mirella</p>
<p>sim!</p>
<p>lindo post, humbertinho!<br />
eu acrescentaria ao rol (vc sabe, que eu ja te disse &#8211; mas é só pra registrar) o final do cidades invisíveis, do calvino.</p>
<p>e adorei a indicação do divórcio em buda. avassalador, do jeito q eu gosto dos livros.<br />
bêjo. desnublemo-nos.</p>
<p>Vives</p>
<p>Tem uma frase muito boa do “Quem Mexeu na Minha Fimose?”, do Henry Sobel, em que a mulher dele diz: “Mas benhê… porque você quer tanto passar na loja de gravatas aqui em Palm Beach?”<br />
Excelente o post.</p>
<p>Mauricio Savarese</p>
<p>Não lembro qual livro foi escrito por causa daquela idéia de que “tudo tem que mudar para que as coisas continuem sendo como são”. Enfim, seja lá quem for, deve ter vendido um montão.</p>
<p><strong>Post: Olá mundo!</strong></p>
<p>Você não gosta do Obama porque sabe que ele vai ser presidente. É justo, você já está treinando pra chutar o rapaz nos próximos nove anos. Eu preferia mesmo o Mike Huckabee, que pode ser reaça, mas sabe fazer piada. O Obama também sabe, por isso deixo com ele parte da simpatia.</p>
<p>Suerte no blog!</p>
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		<title>Dizem por ai que somos estúpidos</title>
		<link>http://anivelde.org/thepompeiatimes/2008/05/28/ode-ao-nerd-amigo.htm</link>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 02:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Humberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes e Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[(O texto é um pouco longo, mas você, nerd amigo, vai encontrar motivo para se alegrar) Alguns dos meus amigos costumam dizer que os imbecis tomaram conta do mundo, proposição bastante razoável para quem trabalha com comunicação e é bombardeado diariamente por releases obtusos, notícias bizarras e telefonemas inoportunos. Tanto que tivemos a idéia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(O texto é um pouco longo, mas você, nerd amigo, vai encontrar motivo para se alegrar)</em></p>
<p>Alguns dos meus amigos costumam dizer que os imbecis tomaram conta do mundo, proposição bastante razoável para quem trabalha com comunicação e é bombardeado diariamente por releases obtusos, notícias bizarras e telefonemas inoportunos. Tanto que tivemos a idéia de criar uma consultoria de bom senso, para aconselhar as pessoas a não tomar decisões estúpidas.</p>
<p>Soube hoje que Mark Bauerlein, professor da Universidade de Emory, nos EUA, acha a mesma coisa. A sua conclusão é que a geração a qual pertenço, os sub-30, é formada pelas pessoas mais estúpidas de todos os tempos. Ele lançou o livro The Dumbest Generation&#8221; (&#8220;A geração mais estúpida&#8221;), cujo subtítulo é bastante óbvio sobre o conteúdo: &#8220;Como a era digital embasbaca os jovens americanos e põe em risco nosso futuro. Ou, nunca confie em ninguém com menos de 30&#8243;. A tese de Bauerlein é que a tecnologia faz jovens e adultos estudarem menos e provoca a perda de memória cultural, já que os indivíduos recebem tantas informações sobre o presente que vivem em um moto contínuo (é a mesma tese de Umberto Eco), sem nenhuma ligação com o passado.</p>
<p>Claro que o fato de os mais velhos olharem para os mais novos com desdém não é nenhuma novidade. À medida que o tempo passa, vemos o mundo em que crescemos ruir aos poucos. A melhor proteção é atacar a prole recente, e alguns até fizeram piada com isso. Os tropicalistas (Gil, Caetano, Betânia e Gal) formaram os &#8220;Doces Bárbaros&#8221;. O diretor Denys Arcand olhou para a sua geração, alguns criados em 68, e fez um filme chamado &#8220;Invasões Bárbaras&#8221;. O problema é que, desta vez, até quem faz parte dessa geração acha que os seus pares são estúpidos.</p>
<p>O escritor francês Martin Page lançou, em 2002, aos 27 anos, o livro &#8220;Como me tornei estúpido&#8221; (no Brasil, foi publicado em 2005).  Conta a história de Antoine, um jovem de 25 anos que tenta desesperadamente se tornar obtuso. Ele chega à conclusão de que só os imbecis são felizes. Seu livro foi um sucesso, traduzido para mais de 19 idiomas. Leiam, é interessante. Mas hoje, aqui em casa, cheguei à conclusão de que ele está errado.</p>
<p>A internet, a abundância de informações, apenas permitiu que mais imbecis se expressassem. Antes, eles existiam, mas não tinham blogs, orkut. O mercado financeiro merecia pouca cobertura. O jornalismo falava de menos assuntos. A TV chegava a poucos lugares. O que existe é a sensação de que há mais imbecis. Eles sempre existiram. Em Caieiras, por exemplo, alguns amigos costumavam fazer algumas apostas entre si: ver a aula de matemática só de cuecas, colocar bombas de cloro no banheiro da lanchonete, encher de água o estojo de caneta do amigo mais bobo (isso tudo, claro, homens acima de 16 anos).</p>
<p>Eu acho, na verdade, que a tecnologia fez bem às pessoas legais. Nerds tímidos, como eu e alguns dos meus melhores amigos, tem agora espaço para falar internet afora e publicar livros desancando os imbecis. Talvez, no futuro, abrir consultorias de bom senso e tirar dinheiro deles.</p>
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