O autor
Leandro Beguoci morava em um apartamento em uma rua arborizada, cheia de paralelepípedos, em uma grande cidade no hemisfério sul. Agora vive em uma residência estudantil com um subsolo labiríntico, cama embutida na parede, aquecedor bissexto, defronte a um parque onde adultos só podem entrar acompanhados de crianças menores de 14 anos, na capital onde indie, mesmo, é o Molejão. Também não trabalha mais. Pelo menos até agosto de 2010, quando termina seu mestrado em internet e democracia na London School of Economics and Political Science, a faculdade fundada pelo Bernard Shaw e decorada com um pinguim de óculos escuros. Mas algumas coisas nunca mudam. Continua desconhecendo os mistérios da direção de automóveis, apreciando deveras o dicionário de sinônimos e antônimos, torcendo para um time de verde, gostando de livros e escrevendo neste The Pompéia Times. Que vai continuar com este nome porque (fim do modo 3ª pessoa) eu gosto dele.
