Palmeiras, até breve

O Palmeiras permeia a minha vida mais do que deveria. Torcer para o time de verde e branco não foi uma escolha, no sentido de que eu me sentei em uma mesa, avaliei as possibilidades e escolhi o time que me daria mais benefícios, em forma de títulos e vitórias, a curto, médio e longo prazo. futuro. Longe disso. Optei pelo Palmeiras no mesmo ano em que o Palmeiras completou 17 anos sem ganhar um título. Meus colegas de escola zombavam de mim. Eu não estava nem ai porque o Palmeiras era mais do que o time de futebol. Na verdade, era um laço. O clube unia partes muito diferentes da minha família entre si, dava um sentido de todo. E continua sendo assim até hoje. O Palmeiras é como uma pessoa querida, aqueles tios que agregam a família. Mas, quando pessoas queridas começam a dar mancadas, muitas mancadas, é hora de dizer: ô, meu, assim não dá. E se ela continuar dando mancadas, ai não tem jeito. Têm de tomar um gelo.
Nos últimos anos, a trajetória do Palmeiras é errante. O clube consegue proezas inacreditáveis. Como perder para o Asa de Arapiraca na Copa do Brasil ou a vaga na Libertadores no último jogo, em casa, contra um time sem aspirações no campeonato. Ao mesmo tempo, passa por um processo acelerado de modernização. As cotas de patrocínio aumentaram, o sistema de relacionamento com o torcedor (bilheteria, lojas) melhorou, a administração não concede autoentrevistas, os times mudaram de patamar. Até 2006, o Palmeiras lutava para não cair. Hoje, briga pelo título. Ou brigava, não sei.  É imprevisível. Os fracassos e os sucessos, no Palmeiras, são irmãos siameses. Porque o Palmeiras é o time do presidente intelectual _que dá vexame dizendo que vai bater no juiz. O Palmeiras é o time que reabilita um jogador desacreditado, Obina, enquanto assiste à debaclê de um técnico supervalorizado, Muricy, e de um jogador incrivelmente desmotivado, Vagner Love. O Palmeiras é o time que tinha cinco pontos de vantagem sobre os concorrentes e perde para as equipes da zona do rebaixamento. O Palmeiras é uma ótima história, mas um tormento futebolístico. Tudo pode acontecer no Palestra Itália. O acaso tem um peso sobre o time que faz do Palmeiras um clube absurdamente humano.
Tal como acontece nas nossas vidas, aconteceria no Palmeiras. O Palmeiras teria dificuldades para encontrar o amor da sua vida. Faria análise. Seria parado na imigração do aeroporto. Falaria besteira. Se arrependeria. Teria problemas de relacionamento com o chefe. Beberia demais na festa da firma. Provavelmente, estouraria o limite de pontos da carteira e o limite do cartão de crédito. O Palmeiras daria muito vexame. Mas o Palmeiras não é gente. O Palmeiras é o meu clube de futebol e anda me dando problemas práticos ultimamente. Eu não consigo dormir com as derrotas fragarosas, meu humor muda, tendo a achar que derrotas do Palmeiras são sempre sucedidas por dias mais frios e mais gelados. Eu gosto muito do Palmeiras, mas vou ter de, pelo menos por enquanto, separar o Palmeiras da sua essência. Vou ter me convencer que o Palmeiras não é gente (vejam a que ponto chegamos) e, portanto, pode prescindir do meu apoio fervoroso por um tempo.
Depois de um esforço sem tamanho, escrevo esse texto sem saber o resultado do jogo contra o Sport. Só vi o primeiro tempo, o que me motivou a escrever esse texto. Vou tentar me manter alheio ao resultado enquanto puder. Vou dar um gelo no Palmeiras para ver se ele se volta aos eixos, recupera a dignidade esquecida em algum canto do jardim. Embora não tenha muitas esperanças. Se bem que nem é esse o caso. Eu vou voltar para o Palmeiras logo, logo. Só que a prioridade, agora, é prática. Preciso dormir sem ter pesadelos com a cabeça-de-área, chuveirinhos para a área, passes errados, gols bestas no meio de campo. Não vai ser fácil. Vai ser mais difícil para mim do que para você, Palmeiras.

O Palmeiras permeia a minha vida mais do que deveria. Torcer para o time de verde e branco não foi uma escolha, no sentido de que eu me sentei em uma mesa, avaliei as possibilidades e escolhi o time que me daria mais benefícios, em forma de títulos e vitórias, a curto, médio e longo prazo.  Longe disso. Optei pelo Palmeiras no mesmo ano em que o time completou 17 anos sem ganhar um título. Meus colegas de escola zombavam de mim. Eu não estava nem ai porque o Palmeiras era mais do que o time de futebol. Na verdade, era um laço. O clube unia partes muito diferentes da minha família entre si, dava um sentido ao todo. E continua sendo assim até hoje. O Palmeiras é como uma pessoa querida, aqueles tios que agregam a família. Mas, quando pessoas queridas começam a dar mancadas, muitas mancadas, é hora de dizer: ô, meu, assim não dá. E se ela continuar dando mancadas, ai não tem jeito. Têm de tomar um gelo.

Nos últimos anos, a trajetória do Palmeiras é errante. O clube consegue proezas inacreditáveis. Como perder para o Asa de Arapiraca na Copa do Brasil ou a vaga na Libertadores no último jogo, em casa, contra um time sem aspirações no campeonato. Ao mesmo tempo, passa por um processo acelerado de modernização. As cotas de patrocínio aumentaram, o sistema de relacionamento com o torcedor (bilheteria, lojas) melhorou, a administração não concede autoentrevistas, os times mudaram de patamar. Até 2006, o Palmeiras lutava para não cair. Hoje, briga pelo título. Ou brigava, não sei.  É imprevisível. Os fracassos e os sucessos, no Palmeiras, são irmãos siameses. Porque o Palmeiras é o time do presidente intelectual _que dá vexame dizendo que vai bater no juiz. O Palmeiras é o time que reabilita um jogador desacreditado, Obina, enquanto assiste à debaclê de um técnico supervalorizado, Muricy, e de um jogador incrivelmente desmotivado, Vagner Love. O Palmeiras é o time que tinha cinco pontos de vantagem sobre os concorrentes e perde para as equipes da zona do rebaixamento. O Palmeiras é uma ótima história, mas um tormento futebolístico. Tudo pode acontecer no Palestra Itália. O acaso tem um peso sobre o time que faz do Palmeiras um clube absurdamente humano.

Tal como acontece nas nossas vidas, aconteceria no Palmeiras. O Palmeiras teria dificuldades para encontrar o amor da sua vida. Faria análise. Seria parado na imigração do aeroporto. Falaria besteira. Se arrependeria. Teria problemas de relacionamento com o chefe. Beberia demais na festa da firma. Provavelmente, estouraria o limite de pontos da carteira e o limite do cartão de crédito. O Palmeiras daria muito vexame. Mas o Palmeiras não é gente. O Palmeiras é o meu clube de futebol e anda me dando problemas práticos ultimamente. Eu não consigo dormir com as derrotas fragarosas, meu humor muda, tendo a achar que derrotas do Palmeiras são sempre sucedidas por dias mais frios e mais gelados. Eu gosto muito do Palmeiras, mas vou ter de, pelo menos por enquanto, separar o Palmeiras da sua essência. Vou ter me convencer que o Palmeiras não é gente (vejam a que ponto chegamos) e, portanto, pode prescindir do meu apoio fervoroso por um tempo. E é fervoroso mesmo: sou sócio do clube, pretendo continuar sócio quando voltar ao meu país e continuar indo aos jogos.

Mas, por enquanto, é hora de deixar a nossa relação em suspenso. Depois de um esforço gigantesco, escrevo este texto sem saber o resultado do jogo contra o Sport. Só vi o primeiro tempo. Vou tentar me manter alheio ao resultado enquanto puder. Vou dar um gelo no Palmeiras. Espero, sinceramente, que ele volte aos eixos, recupera a dignidade esquecida em algum canto do jardim. Embora não tenha muitas esperanças. Se bem que nem é esse o caso. Eu vou voltar para o Palmeiras logo, logo. Só que a prioridade, agora, é prática. Preciso dormir sem ter pesadelos com a cabeça-de-área, chuveirinhos para a área, passes errados, gols bestas no meio de campo. Preciso ir para a faculdade, encarar o vento gelado e a rotina longe das pessoas que eu mais amo sem pensar o dia inteiro que fulano ou siclano não consegue dar um passe de dez metros. Não vai ser fácil. Vai ser mais difícil para mim do que para você, Palmeiras. Olha onde você me fez chegar…

34 Comentários

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  • Texto apaixonante. Muito sincero.
    Sobre “dar um tempo”na relação, pense pelo lado bom: não tem tantos corintianos ou são-paulinos em Londres pra te encherem o saco quando o seu time vai mal.

  • Belíssimo texto. Comparar o Palmeiras a um ser humano foi uma ideia genial. Todos que gostam de futebol deveriam ler esse texto.

  • Valeu, Marcio, Valeu Florzão. Escrever um texto deste é como se despedir de um parente no aeroporto, sabendo que ele vai voltar _o problema é quando.

  • Grande texto, Leandro, um dos melhores que eu li ultimamente. Parabéns,

  • excelente texto, sou torcedora do Atlético Paranaense (então imagina, minha situação éainda pior, rs) e o sentimento que você descreveu é o que sinto pelo meu clube. Já tentei dar um gelo nele mas, sinceramente, não consegui! Boa sorte na sua tentaiva…

  • Pq vc não compara a relação de um Homem com um PORCO??

  • sensacional!

  • Leandro, você conseguiu expressar exatamente o que eu sinto, amo o Palmeiras mas ele ja pisou demais na bola (literalmente) comigo, estou cansado, vou dar um tempo pra ele, e, caso ele venha a ser campeão (no futebol nem sempre os melhores ganham), não será por mérito e sim por falta de competência dos outros, o que desvalorizará o titulo. Depois falam do São Paulo…

  • Putz…é bem assim mesmo.Parece até que eu apanhei depois de cada jogo!! Mas eu ainda não tenho essa coragem de dar um basta na situação…Talvez um dia!
    Ótimo texto…

  • Sonhe com o Marquinhos… o maior cone da história da S.E. Palmeiras.

  • Bem vindo!

  • Parabéns Leandro. Sintetizou bem o sentimento. O Paralelo com a condição humana foi uma sacada e tanto.

    Em meu blog não posso descambar tanto para minha palestrinidade, apesar de muitas vezes cometer arrombos esmeraldinos, exatamente por ter dificuldades em separar a minha condição de “palmeirense” da que pede isenção.

    Ontem até os 26 minutos do 2º tempo eu estava decidido a dar “um tempo” de Palmeiras, de sofrer com a impiedosa ansia de são paulinos, sobretudo deles, de tornar meu dia pós tragédia um inferno ainda maior. Como se não bastasse a minha auto penitencia. Sim, eu me coloco como elemento culposo nessas tragédias em que porventura não pude comparecer ao Palestra para dar o meu apoio. Dureza, amigo!

    Mas o tragi-quase-cômico empate de ontem reacendeu a vela verde de todos os dias que levo no peito. Acho que não vou aprender nunca.

    Da-lhe Leandro, gostei daqui e por aqui darei as caras muitas vezes.

    Grande, solidário e alviverde abraço,

  • Leandro, me emocionei lendo seu texto, pois eu sinto exatamente tudo isso que você descreveu. O Palmeiras é mais que um time para mim, é como se fosse mesmo uma pessoa. Como acontece com você, o verdão também é um laço que tenho com meu pai, o culpado por essa paixão toda pelo time. Assistir um jogo do Palmeiras ao lado dele não tem preço. Além disso, muitas das fortes emocões que já senti em minha vida, boas e ruins, foram proporcionadas pelo time. Nada se compara a assistir um jogo no Palestra e gritar para incentivar o verdão. Está sendo difícil demais encarar essa reta final do campeonato. Chega a doer, e só quem ama de verdade o Palmeiras entende o que é isso. Já cheguei a querer muito deixar de gostar, ou pelo menos não ligar muito, mas não tem jeito. Eu amo o Palmeiras e, amor de verdade é para vida toda, não importa o que aconteça.

  • Belo texto, não sou palmeirense, mas sei que o futebol é humano, como tem que ser…Vou recomendar~o texto apaixonado, apaixonante!

  • Foi a melhor analogia que eu li sobre futebol nos últimos tempos.

  • Olha, descobri esse texto pelo Twitter do Sorryperiferia. Genial. Exatamente como eu me sinto. Nestes dias tenho acordado e pensando: por que diabos eu gosto tanto de futebol, principalmente do Palmeiras? Eu poderia gostar de novelas e hoje seria mais um dia comum. Mas, não, estou me remoendo, puta da vida, estressada, sem conseguir trabalhar. Eu precisava tirar umas férias do Palmeiras… Pelo bem da minha vida.

  • Adorei!!! É exatamente isso que acontece, toda relação de amor tem seus dias ruins, mas o que me deixa feliz é que meu Palestra sempre vai estar lá, esperando o tempo que for preciso para chama se acender e para as glórias nos trazer, como você disse, ele não é só um time, ele tem alma, é uma pessoa de dentro de nossas casas, por sinal a pessoa que mais freqüenta meu quarto, sempre quando entro nele, encontro uma carinha que me diz: Aqui dorme uma Palmeirense feliz !

  • Nossa, cara. Quase ri e chorei ao mesmo tempo. Esse laço de família que um clube de futebol se transforma faz todo o sentido. E sei exatamente como se sente: tendo de encarar a vida real, gelada e distante de muita coisa que gostamos, com a cabeça longe, inconformada, no fim, com um passe mal-feito, um chute vesgo, um pé fora da dividida. E como faz mal…isso tá acabando comigo desde o jogo contra o Santo André. O resultado é que, como disse a Karen, não quero mais esse campeonato como queria antes. Talvez porque não me reconheço mais nesse Palmeiras que está em campo e que, em algum dia da vida, escolhi como time de coração porque era a extensão de algo que meus familiares eram apaixonados e por que eu acabei me apaixonando também…Acho que é a única vez que abro mão do time. E estou prestes a odiá-lo por isso.

  • Leandro, belíssimo texto. Assim como você, estou bastante desanimado com o Verdão. Passei a idolatrar esse time mais do que deveria. Talvez seja a hora de repensar isso tudo tb. Abs, boa sorte

  • Extraordinário, emocionante e real. É assim que me sinto este ano inteiro. Sofridos demais estamos, mas creio que existe algo muito valoroso depois de tanto sofrimento. Isso é amor!!!

  • Leandro… quem me indicou o sítio, e o texto, foi o Marcos Bonilha. Sou sãopaulino. Mas entendo cada linha do texto.

    Nossa relação com o futebol é absolutamente estranha. Dizer que é passional é “escantear” a razão. Aquele gol que não podia ser marcado estragando a noite, o apetite, alimentando a insônia, a azia. O humor aziago. O azedume. E as alegrias imbecis e, muitas vezes, idiotizantes.

    O texto é muito interessante.

    Percebi que estás pronto para viajar. Londres. Você já deve ter lido – se não leu, recomendo – o “Febre de Bola” do Nick Hornby (não sei se escrevi certo). Ao tratar da paixão pelo Arsenal ele dialoga com todos nós. Não deixe de ir a pelo menos um jogo do Arsenal. E conta para a gente.

    Abraço,

    Fernando Amaral.

    PS.: Vou colocar um comentário em um blogue que faço parte, que trata prioritariamente de futebol, sobre o teu texto. Com um “link”.

    PS2.: O jogo de ontem foi…. Bom, você já deve saber do resultado. É impossível fugir das bancas de jornal.

    PS3.: Estarei torcendo pelo seu time, sinceramente. Para que ele dispute a Copa do Brasil em 2010.

  • Lindo texto. Quando o flu perdeu para o Ctba nesse camp. brasileiro eu fiz isso. Só que torcedor só quer um motivo para acreditar. Quando o flu fez 3 a 2 no cruzeiro lá estava eu como se nada tivesse ocorrido. Espero que vc retorne logo ao seu amor, a gente sente falta de uma parte de nós quando não estamos de bem com nosso time… rs

    Abs.

    Alan

  • Excelente texto.
    Pagamos ainda hoje o preço pela administração anterior ter tentando nos transformar em time pequeno. Coitado do atual presidente que continua merecendo nossos elogios por ter feito de tudo para tentar a conquista.

  • Excelente texto Leandro.
    Emocionanteeeeeeeeeeeeeeeee …
    parabénsssssssss
    BuBa_SP

  • Leandro, muito bem, gostei…dureza mesmo…
    ..sera que vamos é mesmo disputar a Copa do Brasil…

    ( quem me indicou este texto foi meu amigo,o Marcos Bonilha )

  • Que belo texto! Não sou palmeirense, mas compreendi perfeitamente o sentimento de sê-lo. Parabéns! Vou passar para o meu irmão que torce para o verde e mora na Pompéia.

  • Exatamente o que penso. Sem mudar uma vírgula.

  • eu persisto na torcida. apesar da preguiça do vagner love. =)

  • Ainda não consigo visualizar se estamos à beira de entrar em uma grande fase – estaríamos como o São Paulo estava entre 2000 e 2004? – ou uma grande depressão novamente.
    Belo texto mesmo.

  • Fala ae, meu

    Foi respirar um ar mais puro? O Savarese comentou no aniversário dele sobre esse texto. O que posso dizer? Sou um masoquista!

    Abraço!

  • No ano que vem o Palmeiras volta com uma super parceria, uma super elenco, contrata um técnico super campeão,

    e decepciona a sua deslumbrada torcida de novo.

    Acho que tenho mais alegrias com Palmeiras do que com o São Paulo, pelo qual torço.

  • Amigo, eu entendo perfeitamente. Não chego ao ponto de ter pesadelos, mas o dia depois de uma partida ruim, de cada pequeno vexame que vai formando um grande vexame, é um dia mais apagado, eu fico sem graça… os amigos que torcem pra outro time nem tem mais o que falar pra tirar sarro. E eu tenho sorte de ter amigos que não fazem troça grosseira.

    Eu também penso em deixar o Palmeiras um tempo a ver navios, porque cada jogo é um drama. Gol que anulam, juiz que apita fora de hora, dois cabeções que resolvem brigar em campo…

    Mas eu vou voltar, ano que vem, com toda a esperança de novo. Eu sei que vai ser assim.

    Olha, vamos esquecer esse ano (ou ainda acompanhar, pra ver se esse time é capaz ao menos de manter uma vaga na Libertadores).

  • vc só vai conseguir se afastar pq mora fora, se continuar aqui no brasil, fica dificil nao se apegar novamente ao time
    abs

  • Olá,
    encontrei este sitio e seu texto no “Os Bolonistas” indicado por Fernando Amaral…
    Sou Santista, e seu texto é perfeito pra quem ama futebol, vista qual camisa for…

    Parabéns. Vou recomendar seu texto para meu irmão, Palmeirense.

    Eliana Klas.

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