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	<title>Prêmio Osso &#187; Sabedoria</title>
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	<description>Jornalismo cachorro</description>
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		<title>Mudanças, coletivos e o Solar genial</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 01:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Corazza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acarajé analítico]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo e originalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sabedoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Saí do hotel na Ondina e agora estou morando de favor no bairro do Rio Vermelho. A demora eterna para atualizar o blog tem bastante a ver com isso. Por enquanto, coisas rápidas. Aí vão elas. Depois desse monte de asterisco aí. Tá, não é um monte. São três. Chega, vamos ao que interessa.
***
Minha relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saí do hotel na Ondina e agora estou morando de favor no bairro do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Vermelho_(Salvador)" target="_blank">Rio Vermelho</a>. A demora eterna para atualizar o blog tem bastante a ver com isso. Por enquanto, coisas rápidas. Aí vão elas. Depois desse monte de asterisco aí. Tá, não é um monte. São três. Chega, vamos ao que interessa.<br />
***<br />
Minha relação com os ônibus soteropolitanos melhorou significativamente depois da mudança de lar para o Rio Vermelho. Agora, é uma avenida só para chegar até o trabalho. Todos os ônibus que trafegam subindo a dita cuja passam por um ponto perto da redação. Acabou a história de botar a culpa no sistema de transporte. Se eu for parar no <a href="http://anivelde.org/premioosso/2009/07/06/liberdade-onze-e-tanto-da-noite.htm" target="_blank">fiofó do Judas</a> sem querer novamente, a partir desta semana, é culpa exclusiva do recheio desta caixa craniana já em franco processo de destelhamento.<br />
***<a href="http://anivelde.org/premioosso/wp-content/uploads/2009/07/Solar1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-430" title="Solar" src="http://anivelde.org/premioosso/wp-content/uploads/2009/07/Solar1.jpg" alt="Solar" width="277" height="244" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Solar do Unhão</em></p>
<p>Com um certo atraso, cito aqui o <a href="http://www.mam.ba.gov.br" target="_blank">Museu de Arte Moderna</a> de Salvador. Lugar fantástico. O MAM foi instalado em uma ex-moradia de barões, depois transformada em fábrica, às margens da Baía de Todos os Santos, na avenida do Contorno. Apesar de a avenida ser a mesma, não aconselho a ninguém caminhar do Elevador Lacerda até o museu. É um percurso longo e um tanto perigoso. Experiência própria.</p>
<p>O lugar era o <a href="http://www.mam.ba.gov.br/solardounhao/" target="_blank">Solar do Unhão</a> e ficou abandonado por um tempo. A estrutura básica das fábricas que ocuparam o Solar foi mantida, mais ou menos como fizeram no Sesc Pompéia de São Paulo, mas conservando uma quantidade maior de coisas &#8211; o trilho do carrinho que levava materiais pelo lugar continua lá, por exemplo.</p>
<p>A entrada é grátis e dá pra ver bastante coisa sem pagar um centavo. As exposições que estão lá agora &#8211; <a href="http://www.mam.ba.gov.br/expos2009/saccharumba/" target="_blank"><em>Saccharum BA</em></a> e <em>Corpográficos</em> &#8211; estão abertas a todos. O cinema do lugar é pago, mas é razoavelmente barato (8 pilas a inteira, 4 pilas em dois dias específicos da semana que agora não me lembro). Pela encosta que desce da avenida até o mar foi construída uma exposição permanente de esculturas, também muito boa. E dali, ou do pier onde fica o Café, o pôr-do-sol é sensacional.</p>
<p>Se você for no sábado, pode pagar 4 dinheiros e acompanhar um show semanal de jazz-fusion &#8211; <a href="http://www.mam.ba.gov.br/jamnomam/" target="_blank"><em>Jam no MAM</em></a> &#8211; na parte do fundo, descendo pelo lado da capela (sim, uma capela, convertida em sala de exposições). Se der fome, no pátio do jazz tem barraca de acarajé e queijo coalho assado. Outra pra cervejinhas e biritas várias. A Jam começa umas seis e pouco da tarde e vai até quase 10 da noite &#8211; ignore o horário final oficial-, com convidados se revezando no palco.</p>
<p>Resumo da ópera, é um excelente sábado em Salvador. Vá ao Solar do Unhão ali pro meio da tarde, veja as exposições, pegue um cinema e fique pro jazz. Este blog, apesar de sua credibilidade altamente duvidosa, garante a diversão.</p>
<p>***<br />
Olhar pro mar faz bem. Pratique.</p>
<p>&#8212;-</p>
<p><em>(Foto do post: Mário Cravo Neto/Divulgação MAM)</em></p>
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		<title>&#8220;Tá pensando que eu sou paulista?&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 03:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Corazza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acarajé analítico]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo e originalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Momentos de humanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sabedoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Logo que cheguei a Salvador, já me disseram que &#8220;paulista, aqui, sofre.&#8221; Pensei que fosse algo sobre o calor, a maresia que enferruja a empáfia ou algo do tipo. Quando me disseram que era só pelo sarro, fiquei mais tranquilo. A capacidade de ser sacaneado verbalmente sem perder o bom humor parece um requisito fundamental [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Logo que cheguei a Salvador, já me disseram que &#8220;paulista, aqui, sofre.&#8221; Pensei que fosse algo sobre o calor, a maresia que enferruja a empáfia ou algo do tipo. Quando me disseram que era só pelo sarro, fiquei mais tranquilo. A capacidade de ser sacaneado verbalmente sem perder o bom humor parece um requisito fundamental para morar nesta terra. E em São Paulo não é muita gente que conta com esse dom.</p>
<p>Tenhamos como exemplo a frase &#8220;Vamos tomar uma?&#8221;, que na paulicéia é encarada como, no máximo, sintoma de alcoolismo se pronunciada ao meio-dia de uma terça-feira.  Aqui, assim que seu interlocutor conseguir parar de rir, ele manda logo um &#8220;lá ele!&#8221;, que significa algo entre o &#8220;tá doido?&#8221; e o &#8220;vai você!&#8221;. No caso, acho que não preciso explicar que &#8220;tomar&#8221; aqui tem um significado um pouco mais ligado a questões íntimas que fazem parte dos anais da vida soteropolitana.</p>
<p>Mas o sarro, de fato, não é só quando um paulista está, sabidamente, por perto. Vem de todos os lados. Quando você vê um baiano se divertindo, ele está tirando um sarro da sua cara, inconscientemente. Dá uma certa angústia, uma vontade de falar &#8220;meu, como é que você consegue ser assim? Será que tem como me dar umas aulas?&#8221;.</p>
<p>Uma das maiores lições que tive até agora foi saindo do hotel, caminhando desse jeito paulistano-amarelo, apressado, procurando um ponto de ônibus sem nem saber que ônibus ia pegar. Parado na calçada, esperando o sinal de pedestres abrir &#8211; puta coisa de paulista, ô, meu &#8211; escuto um sujeito berrando &#8220;boooora, anda!&#8221; pra namorada. A namorada, sem muita pressa, responde: &#8220;Tá pensando que eu sou paulista pra andar rápido, é? Vai só, então!&#8221;. E o paulista aqui olha pra faixa de pedestres e pensa &#8220;pô, meu, não precisava humilhar&#8221;&#8230;</p>
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		<title>And now for something completely different&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 16:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Corazza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alucinação coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Sabedoria]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/vZ9myHhpS9s&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vZ9myHhpS9s&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 08:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Corazza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mallandragem]]></category>
		<category><![CDATA[Miserê Global]]></category>
		<category><![CDATA[Sabedoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Islândia, o Acre da Europa, é a salvação da lavoura

Islândia: Aqui tem um bando de louco
Conforme já foi defendido por diversas vezes neste blog, o Acre pode ser a solução para todos os problemas do Brasil. Enquanto o Acre People&#8217;s Fest não começa, voltemos nossos olhinhos para o Velho Continente. Fazendo isso, deparamo-nos com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><span style="font-size:130%;"><span style="font-weight: bold;">Islândia, o Acre da Europa, é a salvação da lavoura</span></span></div>
<p>
<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_llhIwfGjGZs/SPhT103MGfI/AAAAAAAAA7o/sBRRUV8saeg/s1600-h/Islandeses.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_llhIwfGjGZs/SPhT103MGfI/AAAAAAAAA7o/sBRRUV8saeg/s320/Islandeses.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258044749143349746" border="0" /></a><span style="font-style: italic;">Islândia: Aqui tem um bando de louco</span></div>
<p>Conforme já foi defendido por diversas vezes neste blog, o <a href="http://rumoatangamandapio.blogspot.com/2005/08/acre-peoples-fest-j-participei-de.html?showComment=1123220100000">Acre pode ser a solução</a> para todos os problemas do Brasil. Enquanto o Acre People&#8217;s Fest não começa, voltemos nossos olhinhos para o Velho Continente. Fazendo isso, deparamo-nos com a Islândia, um lugar esquecido e falido, tal como o Acre.</p>
<p>Já que o país está quebrado, pode-se imaginar que o ministério das finanças só manteve uma regra para a economia: &#8220;O que vier é lucro&#8221;. Assim, os desesperados islandeses podem ser muito úteis para resolver essa praga que assola o mercado financeiro &#8211; também conhecida como &#8220;banqueiros&#8221;.</p>
<p>É tão simples que chega a dar vergonha. No lugar de nacionalizar bancos, como os governos vêm fazendo, o ideal é nacionalizar banqueiros. E qual país estaria desesperado o suficiente para acolher Mantega, Bernanke e outras figuras de proa do capitalismo? Acertou.</p>
<p>Convoca-se uma reunião de emergência entre todos os banqueiros centrais do mundo. Coisa urgente, sem dar muitos detalhes nem muito tempo pra arrumar a mala. Toca todo mundo pra Reykjavik. Antes que os homens fortes dos BCs descubram que não há nada além de um jantar com salmão de ontem na pauta do encontro, os jornais já estarão alardeando: &#8220;Islândia nacionaliza presidentes dos Bancos Centrais do mundo&#8221;.</p>
<p>Se a bolsa não subir depois dessa, podem esquecer. Tá tudo perdido.</p>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 15:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Corazza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sabedoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Let&#8217;s find a point&#8230;
Bill Hicks (1961 &#8211; 1994)

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><span style="font-size:130%;"><span style="font-weight: bold;">Let&#8217;s find a point&#8230;</span></span></p>
<p>Bill Hicks (1961 &#8211; 1994)</div>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Q95kX_EP2Nk&amp;hl=zh_CN&amp;fs=1"><param name="allowFullScreen" value="true"><embed src="http://www.youtube.com/v/Q95kX_EP2Nk&amp;hl=zh_CN&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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