4 de fevereiro de 2010 – 21:34
Finalmente fui assistir “Lula, o filho do Brasil”. E a história que se segue é tão clichê que só podia ser verdade. No fim da sessão, enquanto passavam as fotos históricas do presidente junto com as letrinhas, 3 faxineiras entraram pra limpar a sala de cinema. Eu teimei (rá) e fiquei até a última foto. [...]
31 de janeiro de 2010 – 18:09
Daí que em 2004 eu ouvi “Maps” pela primeira vez e me apaixonei pelos Yeah Yeah Yeahs. Daí que em 2010 assisti “Where the wild things are”, descobri que quero ter um filho de nome Max e uma trilha sonora da Karen O. todinha pra ele. Pra harmonizar os monstrinhos que vivem dentro da gente: [...]
31 de outubro de 2009 – 17:10
colagens do Agan Harahap, no Format (via RxFresh)
29 de outubro de 2009 – 19:58
Depois quando eu digo que a imprensa dessa cidade é amadora, a classe fica toda ofendida “óóóóóóóó!”. Ainda mais depois do prêmio Vladimir Herzog que a EPTV ganhou este ano. Pois bem. Hoje foi um dos dias mais tristes da minha relação com a cidade de Campinas. Foi a última sessão de cinema na última [...]
30 de junho de 2009 – 9:29
Em janeiro de 2007, mandei o e-mail mais sem contexto de toda a minha vida para um grupo de amigos meus: “por favor, não usem LSD!”. Ninguém entendeu nada, lógico, mas eu estava realmente preocupada que alguém entrasse em uma viagem da qual nunca mais conseguisse voltar. Tinha terminado de ler, naquele mesmo dia, a [...]
6 de março de 2009 – 23:30
- Alô, queria falar com um médico, por favor. – Pois não. – Eu não tenho umbigo! – … – Eu perdi o meu umbigo! – ?! – Estou realmente preocupado, porque o umbigo indica que a gente nasceu. E, se eu não tenho umbigo, eu não nasci! E, se eu não nasci, eu não [...]
16 de dezembro de 2008 – 23:12
Scarlett Johansoon lançou um cd. Não quis escutar porque não sou fã da moça nem como atriz – e fiquei ainda mais fã da Penélope Cruz depois do “te apaguei, mosca morta!” que ela deu no novo colírio dos olhos do tarado do Woody Allen em “Vicky, Cristina, Barcelona”. Pois bem, mas não gosto de [...]
4 de junho de 2008 – 23:37
Outro dia fui assistir um filme do Andrzej Wajda, um cineasta polonês engajadíssimo, na Casa do Lago da Unicamp. Me senti em uma daquelas sessões bem cults da Mostra Internacional de Cinema de SP: um filme que ninguém nunca viu, numa língua que ninguém entende e com uma legenda que não é em português. Cheguei 5 [...]