hoje acordei assim, meio lula-lá
Finalmente fui assistir “Lula, o filho do Brasil”. E a história que se segue é tão clichê que só podia ser verdade.
No fim da sessão, enquanto passavam as fotos históricas do presidente junto com as letrinhas, 3 faxineiras entraram pra limpar a sala de cinema. Eu teimei (rá) e fiquei até a última foto. Queria ver Dona Lindu em todo seu arsenal de fotos. E queria ver Lula sem barba, pagando as covinhas. Vi. As três senhouras também. Aí, uma disse pra outra: “esse filme é muito bom. sempre vejo o final. no dia da minha folga vou vir aqui só pra assistir”. Diante da cara de interrogação das outras duas, ela explicou: “sou fã de Lula desde menina. sei da luta dele. é a nossa luta”. Então pronto. Agora assim acabou a sessão.
Lulismos à parte (lo juro!), tudo o que tenho a dizer sobre a peça cinematográfica é que Lula merecia um filme melhor.
Lula merecia um filme sobre a exploração da telefonia, banda larga e Roberto Jefferson.