Lei antifumo não evita que babacas saiam de casa

Não sou contra a lei do Serra,  só desejo morte lenta às pessoas que urram de alegria ao saberem que podem ligar pra denunciar um fumante.

E é fato que eu seria bem a favor de proibirem cretinos em geral de abrirem a boca por aí. Isso mata mais que fumaça, aposto.

Dito isto, conto a melhor história desses novos tempos.

No primeiro sábado da lei valendo, fui ao Grazie a Dio para um aniversário. Eles fizeram um esquema ok, de quintalzinho, onde só podem ficar seis pessoas ao mesmo tempo. Aí forma-se uma filinha e o segurança (que naquela noite era um cara bem bacana e educado) controla o fluxo.

Na hora do meu terceiro cigarro, estava na fila com dois amigos e chegou um rapaz com uma deficiência nos braços. Ele gritou pro segurança: “Deficiente tem direito de passar na frente”. Todos rimos, mas ele tava falando sério.

Deu piti e acabou indo fumar na rua por recomendação da pobre gerente. Adoro imaginar agora uma grávida locona reivindicando seus direitos de fumar ates de mim. É de cair o cu da bunda.

Na mesma noite, ouvi de um amigo, que tinha ido pra outra festa, a seguinte frase: “Agora sinto cheiro de peido na pista. De peido!”

1 comentário

Assine o feed RSS dos comentários deste post.
  • já contei essa por aí. costuma fazer sucesso a história. deve render editorial de jornal durante a semana, ah deve…

Comente

Seu email não será exibido. * Campos obrigatórios

*
*
*