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cincos de agosto.

comecei uma oficina de criação literária. vou postando, neste blog, alguns dos exercícios propostos nas aulas.  : ) amassou o quarto filtro manchado de vermelho no cinzeiro de vidro e olhou o relógio pela primeira vez desde que chegou no café onde tinham se visto pela última vez. vinte e oito. oito e vinte e […]

das mães.

mãe, este é nosso vigésimo oitavo dia das mães juntas. parece muito, né? vinte e oito. coincidentemente, você tinha vinte e oito anos quando eu nasci. e você me contou a história daquele dia tantas vezes. de como eu demorei pra chegar. mas de como, quando estava perto, eu tive pressa em nascer e o […]

ricos no rio

se hoje, como nos jogos da infância, eu pudesse escolher qualquer coisa do mundo pra querer, eu com certeza ia escolher ser rica no rio com você. quando eu conheci você, eu não conhecia o rio. e fiquei assim, ignorante do rio, por muito tempo. por todo o tempo em que eu passei me educando […]

gota d’água

hoje eu sonhei com lobos. quer dizer, eu sonhei com um lago habitado por lobos. lobos que viviam embaixo d’água como as arraias. lobos que viviam com os peixes. era um lago raso. entrei no lago guiada por um nativo. dava pra alcançar os pés no chão e a água não chegava nos nossos ombros. dava […]

john & yoko. diego & frida. ulay & marina. grégoire & sophie. clyde & bonnie. humphrey & lauren. auguste & camille. albert & victoria. josé & pilar.

“é preciso ir ver”

para o meu pai. quando criança, nunca entendi o porque de usarem verde no reveillon. nem em nenhuma dessas coisas que as pessoas compram que são coloridas e que cores significam coisas que a gente deseja. “esperança”, eles diziam. mas não fazia nenhum sentido desejar esperança. a esperança era o desejo em si, a certeza […]

coração tão branco.

dei por mim que, caso essa situção permaneça por mais algum tempo, é capaz d’esse fel todo me matar um dia. como aquelas histórias que a gente ouve, das esposas que envenenam seus maridos um pouco por dia até que eles caem de cara e se afogam num assado qualquer. e elas sorriem baixinho, as […]

desse silêncio,

.“a luz estava toda lá dentro e o escuro, todo fora.” . paolo giordano, in a solidão dos números primos.

.2009

vai ter uma festaque eu vou dançaraté o sapato pedir pra parar. aí eu parotiro o sapatoe danço o resto da vida.(chacal, ‘rápido e rasteiro’) feliz tudo, todomundo, tudo de novo. =)

o amor é um ofício que escolhemos todos os dias.

… después, más tarde, conté los billetes y esta­ban los que había dejado. entonces entendí que alexis no respondía a las leyes de este mundo; y yo que desde hacía tiempos no creía en dios dejé de creer en la ley de la gravedad. al día siguiente nos fuimos a sabaneta y en adelante siguió […]

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