11 de novembro de 2009
pequena consideração sobre o medo do escuro.
as luzes se apagam e com elas vão todos os artifícios.
dissovem-se os simulacros.
calam-se as mentiras que a contemporaneidade conta pra se esconder de si.
as luzes se apagam e uma voz grave nos vem sussurrar no escuro:
suas coisas são frágeis demais. vocês estão fazendo tudo errado.






Resumiu o que eu senti ontem! incrível!
Eu sinceramente apenas dormi.
NOITE
Pá de cal. Rolo de filme. O branco é preto. Are you ready? O preto é branco. Perfume. E uma lágrima clara queima a escuridão.
MANHÃ
Luz apagada. Ponta do pé. O vão. O medo. Voz grave. O Bicho Manjaléu. O aço. E a palma da mão fechada? E o Purgatório? E o fracasso? Lençol confuso, travesseiro cego.