Arquivo de maio de 2007

sobre pegar leve.

pra amada e sábia dona célia – quer ser o meu-tudo?– eu?– é.– mas eu sou tão só-isso.– não importa. o meu-tudo também não é lá essas coisas.– não sei. ser o seu-tudo me assusta. é… o seu-tudo!– é. mas ok. você pode começar sendo meu-pouquinho. e depois quando você achar que deve, você vira […]

tradição.

voltar para o carro e continuar dormindo não seria apropriado. estavam todos na sala de móveis claros. inertes, insones, imóveis. vez em quando uma inspiração pesada, encadeada por olhares confusos e palavras vazias.a dor pela perda do dna comum era sempre bem maior que a dor da perda dos sorrisos, dos bons-dias, dos abraços, do […]

felicidade.

é um feixe de luz indecisopra que eu possa quase não ver os teus olhos sorrindo.