“Roubar idéias de uma pessoa é plágio. Roubar de várias é monografia.”
(Frase ouvida na saída da Uninove, na Barra Funda)

“Acho que está na hora de sair do armário ideológico.”

Leandro Beguoci, assumindo.

Diálogo:

Felipe diz:
O McCain é deficiente? Qual é a dele? Wagner Montes?

Rodrigo Rodrigues diz:
Não. ele tem um problema no braço.

Felipe diz:
Muita punheta?

Rodrigo Rodrigues diz:
Não, herança da guerra do Vietnã

Felipe diz:
Ah, confirmado. Muita punheta!

“O Brasil joga a eleição-arte, a eleição-moleque. Sem compromisso. Nos EUA é a eleição de resultados. É como se o Parreira fosse presidente do TSE”

(Felipe Corazza, analista político-esportista, provando que não existe mais bobo na política americana)

Meu, sabe que um dia sonhei que eu era uma mistura de mulher-maravilha com homem-aranha? Mas, em vez de soltar teias pelos pulsos, eu soltava borboletas! Se eu fosse uma pessoa de jogo, jogava no bicho.
Marcela Fields estréia com chave de ouro neste casa

“Poxa, minha bunda tá que nem corrimão: um vem e esfrega a mão, outro vem e dá um tapa…”
R. Rodrigues, corrimão.

“Cara, em Buenos Aires eu vi uma mendiga… que gostosa, mano! Tava com uma roupinha rasgadinha, uma tatuagenzinha no lado, e deu pra ver a cinturinha com os furinhos nos quadris enquanto ela revirava o lixo. Véio… que tesão!!!”
G. Falcione. Não precisa de legenda.

“Meu sonho é vomitar em Copacabana”
Dinho, botando para fora suas profundas aspirações.

“O Brasil é como o Paulo Henrique Amorim. Mesmo quando tá no caminho certo, tá do jeito errado.”
(Felipe Corazza, sociólogo e bêbado nas horas vagas)

“O Geraldo já me chama pelo nome”
Rodrigo Rodrigues, versão cigano Igor, sobre Geraldo Alckmin, versão Dara

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