“Shakira é tudo.”
Fernando Vives, requebrando ao som de Ojos Asi, depois de preparar uma deliciosa refeição com contra-filé, alface, tomate e pão.
"Ovo é roots".
Fernando Vives, às 4:30, num bar inóspito da Augusta, todo feliz com seu misto quente “a cavalo”.
“Estou gago das mãos.”
Fernando Vives, explicando empiricamente o significado da palavra dislexia. O Aurélio, claro, é muito mais simplista e diz apenas que o problema é “uma perturbação na aprendizagem da leitura pela dificuldade no reconhecimento da correspondência entre os símbolos gráficos e os fonemas, bem como na transformação de signos escritos em signos verbais”. Ou o inverso disso.
“Marcaram um bar amanhã. Sugiro que pegue um pontilhão aéreo. Você vem e volta para o pôr-do-sol de sábado… Teletransporte sempre é uma opção também.”
Noêmia Lopes, estudiosa da Teoria de Relatividade, dá, logo após tomar Chicabon com cobertura de LSD, alternativas acalentadoras para a participacao de Petria Chaves no próximo bar de La Patotia.
“Eu sou um doce”
Noêmia Flosi, por telefone, em momento de autopromoção diabética.
“É sim. Uma rapadura”.
Fernando Vives, desandando o mingau da dita cuja.
“Quanto egoísmo exala do seu eu intrínseco interior de você mesma!”
Savarese. [?] Alguém me explica??
“Gabriel, eu sou seu cafetão!”
Irineu, o Franco Perpétuo, interessando em acumular capital em cima das qualidades galantes de nosso amigo Bono Vox da Vila Ré.
“Os espanhóis são os baianos da Europa”
Maurício Savarese. Preconceituoso? Não. Estratégico. Como diplomata, é um ótimo imitador de Silvio Santos.
“Cara, vou fazer 23 anos…”
Petria Chaves, decana, em crise justificada pela aproximação de sua 23ª primavera. O que se seguiu à máxima acima foi: “É, ninguém devia chegar aos 23…” Pouco para quem já ouviu, em meio a cervejas e cigarros: “Meu, eu vou fazer 22 anos, você tem noção disso?!”
