Tem rango aí, ô brother?

Rodrigo R., tentando se enturmar com as massas, para o garçom.

“Mino (Carta), seus cabelo é da hora”

Maurício S., poeta.

“Eu te ensino jornalismo, você me entrega seu furo”

(Corazza, sobre a edição de textos da Agência Estado)

“Não me associo a coleguinhas cujo a cama já caguei”

(Joselito, confessando pela primeira vez a autoria do cagão imputado ao gato Stalin)

“A questão é: quem comeu o cu do Kajuru?”

(Corazza, vocação para jornalismo investigativo)

“O importante na vida é estar na primeira página do Google”

(Leandro “Ovelha” Beguoci e sua versão para o conflito de classes)

“Plantão é como velório sem defunto:  aquela agonia por 8 horas…”

Vinícius O., plantonista e carpideira.

“Cara, eu realmente gostaria de saber o que sente o cara que come o Kassab”.

Maurício S.,  curioso.

“Se eu ficar em casa muito tempo, vou prender a cachorra no porão e dar uma de austríaco”

R. Fritzl Rodrigues.

“Eu comi um bambi e posso dizer que é bom…”

Leandro B. contando suas aventuras sexuais no “Vale do arco-íris”, em São Pedro do Atacama)

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