Calor!

Essa foi a noite mais quente até aqui. Choveu por volta das 22h30 e o vapor das ruas subiu provocando um clima extremamante abafado. Foi difícil dormir… Por isso o dia hoje está sendo marcado por uma dor de cabeça chata pra burro e aquela incômoda sensação de não ver a hora em que o mundo acabe em barranco para morrer encostado. A produtividade foi baixa hoje – apenas marcamos uma reunião para amanhã.

Em compensação, o domingo rendeu bem. Já escrevi minha palestra de quinta-feira e fechamos o cronograma do curso dos dias 12, 13 e 14. Amanhã vamos aprovar o roteiro do curso para que eu possa começar a trabalhar nas palestras e esquematizar as oficinas.

Tomara que eu esteja mais disposto quando o sol raiar.

FEST 2

Lembram-se da FEST, a Faculdade de Educação Santa Teresinha? Estive lá novamente na sexta-feira, e conversei com os professores do núcleo de pesquisa e extensão. Eles vão promover, no próximo dia 4, uma mesa-redonda sobre personalidades que tiveram influência na cultura afro: Nelson Mandela, Cruz e Sousa, São Benedito, Luther King, entre outros. E fui convidado para falar sobre a influência de Nossa Senhora Aparecida no regime escravocrata do Brasil.

Fiquei feliz com o convite e agora começo a preparar meu material. Agradeço à professora Herli e ao professor Antonio de Pádua pela gentileza.

Fotos

Estou registrando a maioria dos momentos descritos nesse blog em imagem também, mas por enquanto não consegui encontrar uma conexão de internet suficientemente rápida para postar as fotos ou criar um fotolog.

Espero resolver esse problema até quarta ou quinta-feira. Que Deus nos ajude…

Festejos

As tradicionais festas de paróquias que temos em São Paulo são chamadas por aqui de “festejos”. As principais são tão grandiosas e bem organizadas como as famosas quermesses paulistanas de São Vito e Nossa Senhora Achiropita. Ontem estive nos festejos de São Francisco, que começaram na sexta-feira e seguem até o dia 6 de outubro. A festa esse ano tem barracas típicas com as comidas das regiões do Brasil. Na barraca do Sul tem churrasco, na do Sudeste tem galinha caipira, na do Norte tem cacacá, e por aí vai. Tudo feito com muito carinho pela comunidade. As barracas  – e o palco com música ao vivo – ocupam parte da rua que fica ao lado da igreja. Nesta mesma rua está a entrada para o ginásio da paróquia. Ali foi instalado um restaurante self-service e o que se chama “feira de negócios” – barraquinhas onde os patrocinadores da festa expõem e vendem seus produtos.

A paróquia é manitda pela Congregação dos Frades Capuchinhos, os primeiros evangelizadores dessa região do Maranhão.

Os festejos de São Francisco são muito tradicionais em Imperatriz. E ainda na próxima semana começam outras duas importantes festas religiosas.  Dia 4, a de Nossa Senhora Aparecida. E dia 6, a de Santa Teresa d’Ávila, padroeira da cidade.  

Estatísticas

Como sabemos, o Nordeste é a região mais católica do Brasil. Pelos números do Censo 2001, 74% dos maranhenses são católicos. Mas em Imperatriz essa lógica parece começar a se inverter, graças ao crescimento das agremiações evangélicas – especialmente as pentecostais e neo-pentecostais.

Os dados a seguir são de um levantamento não-científico realizado pelo Pe. Francisco, entre fevereiro e março de 2006. Acompanhe os números referentes à cidade de Imperatriz:

 Templos Católicos: 78   /  Templos Não-Católicos: 295

Obs.: Só da Assembélia de Deus, são 123 templos na cidade. 

Padres: 15  /  Pastores Evangélicos: 412

 De acordo com o Censo 2001, a cidade tem 232 mil habitantes. 

Caminhando

Nosso curso de formação começa a ganhar cara. Já temos data, local e número máximo de participantes. O curso vai acontecer nos dias 12, 13 e 14 de outubro, no Centro Anajás (uma casa de encontros da Diocese equipada com quartos para que as pessoas passem o fim de semana sem precisar voltar pra casa). Serão no máximo 60 participantes.

A correria agora é pra acertar o formato, convidar mais palestrantes e fechar o cronograma. Esse trabalho começa na segunda-feira.

Antitucanês 2

Aqui em Imperatriz, também na Belém-Brasília, tem um bar chamado “Guela Gelada” (sic). Genial!

Cavalo na Semi!

O Imperatriz despachou o Sampaio Corrêa por 3 a 1 ontem e garantiu vaga na semi-final do primeiro turno do Campeonato Maranhense.

A cidade segue na torcida pelo Cavalo de Aço!

Baladas!

A grande movimentação noturna da juventude imperatrizense está nas ruas que ligam o centro da cidade à região próxima ao rio Tocantins. Lá estão as baladas preferidas da juventude imperatrizense. Às quartas-feiras, o point é o Stop Beer. Nas quintas, uma espécie de praça de alimentação ao ar livre se transforma na Quintaneja (a explicação do nome vem logo abaixo…)Ainda não descobri qual é a pedida pra hoje…A moda do momento por aqui é música sertaneja, capitaneada pela revelação Cesar Menotti e Fabiano, além dos clássicos Zezé e Luciano, Chitão e Xororó, e por aí vai…A cidade tem lei que obriga o fechamento dos bares às duas da madrugada. Depois desse horário, a parada obrigatória é um dos vários carrinhos espalhados pelo centro, chamados por aqui de “Quatro Bocas”. Uma carrocinha com um fogão embutido, como um carrinho de acarajé, mas que serve a tradicional “panelada” – a “dobradinha” dos paulistas, feita com bucho temperado.Pra quem gosta, é um prato cheio… Eu, modestamente, dispenso.

FEST

Pe. Chico dá aulas de Sociologia em duas faculdades aqui de Imperatriz. Ontem estive na FEST – Faculdade de Educação Santa Terezinha. Fui muito bem acolhido pelos funcionários e pelos alunos. Claro que, em um dia, não dá pra saber se a faculdade é boa ou ruim, se está mesmo preocupada em formar bons profissionais ou se é mais uma caça-niquel na praça. Mas saí de lá com uma boa impressão. Os professores são dedicados e parecem se esforçar pra dar boas aulas.

Hoje Pe. Chico tem mais aulas lá, no período da noite. Chance de cultivar as primeiras amizades.

Página 19 de 20« Primeira...«1617181920»