Graças ao amigos (que incentivaram a ida e nos hospedaram em casa), passei o carnaval em Florianópolis. Cheguei na capital catarinense no sábado de manhã e voltei na terça-feira no final da tarde. No esquema “pitadinhas” – inspirado no Papo de Bola do meu amigo Edu Cesar – vamos às dicas de viagem:
* No transporte, ponto positivo pra Viação Catarinense (pontual no horário de partida e na qualidade do ônibus leito) e pra Azul Linhas Aéreas;
* A ponte Hercílio Luz, que está em reforma, é um belo cartão postal. À noite, mesmo com uma iluminação simples, a imagem é bem bonita;

* Pra comer, Florianópolis tem exclentes opções, com preços acesíveis. Nos três lugares em que fizemos refeições, fomos bem atendidos e o cardápio agradou. Todas as dicas logo abaixo:
* O almoço no Racho da Jackie custou R$ 12,00 com self-service à vontade no buffet de saladas e pratos quentes. Destaque para o camarão na moranga, bem temperado;
* Numa das noites, a opção foi o Boka’s III. A generosa 1/2 porção de frutos do mar empanados acompanhou arroz, fritas e serviço à vontade no buffet de saladas – que, por ser incluído no preço do prato, estava bem servido. O custo, muito aceitável. R$ 17,00 por pessoa, rachando uma Coca 2L;
* Excelente opção na Rua das Ostras é o Freguesia das Ostras. A casa tem preços bem justos (R$ 20,00 na meia sequência de ostras, que serve 18 unidades, e R$ 38,00 na tainha grelhada pra 3 pessoas, com arroz, pirão, salada e fritas) e o simpático Zé Bagrinho, dono do restaurante, é quem serve, tira os pedidos e pergunta sobre o atendimento. É o diferencial de uma casa pequena – são só dez mesas no salão. De lambuja, ainda experimentamos o omelete de camarão – que também estava bem saboroso;
* Sobre as praias, todas muito limpas e agradáveis – destaque para a água gelada das praias do sul da ilha, como a do Riozinho. Na praia do Rio Tavares (conhecida pelos surfistas como Rififi), encontramos o campeão de surfe Fábio Silva, cearence que reside em Floripa há 6 anos, treinando para as próximas etapas do WCT;
* Visitamos ainda a badalada Jurerê Internacional. Uma verdadeira praia europeia, com vendedores de champagne passando com seus carrinhos pela areia que serve de quintal das casas do luxuoso condomínio, com casas avaliadas em, no mínimo, R$ 1,7 milhão. Das três praias em que estive, Jurerê é que a tem o mar mais tranquilo para banho. Vale a visita, com certeza;
* Um passeio a pé pelo centrinho da Lagoa da Conceição e pela Barra da Lagoa também valem a pena.
Queria ter ficado mais tempo, pra conhecer mais coisas. Pela amostra de três dias, já coloco a cidade como um destino bem agradável para as férias.
Obs.: Como ainda não comprei uma câmera digital, estou refém dos registros fotográficos dos amigos que foram comigo. Por isso, não postei mais fotos. Fico devendo…